sábado, 30 de outubro de 2010

As Pontes de Madison.

“Robert, há uma criatura dentro de você que não tenho capacidade de trazer para fora, que não tenho forças para alcançar. Às vezes tenho a sensação de que você está aqui há muito tempo, mais do que uma vida, e tem habitado lugares particularmente que nenhum de nós se quer sonhou. Você me assusta, apesar de ser delicado comigo. Se não lutasse para me controlar quando estou com você, acho que poderia perder meu centro e nunca mais voltar.”

“A análise destrói as coisas inteiras. Algumas coisas, coisas mágicas, devem permanecer inteiras. Se você olhar por partes, elas desaparecem. Foi isso o que eu disse”.

“Francesca nada disse, meditando sobre um homem para quem a diferença entre um pasto e um prado parecia importante, que se entusiasmava com as cores do céu, que escrevia um pouco de poesia enão muita ficção. (...) Que parecia amar o vento. E se movia como o vento. Que havia vindo do vento, talvez.”

“Depois se abraçaram por um longo tempo. E ele sussurrou:
-Tenho uma coisa a dizer, uma coisa apenas; nunca irei dizê-la outra vez, a ninguém, e peço-lhe que a guarde na memória: num universo de ambiguidade, esse tipo de certeza vem uma única vez, e nunca mais, não importa quantas vidas você atravesse.”

Pois é, hoje eu li em apenas um dia, As pontes de Madison, nunca me senti como me senti quando li esse livro, parecia estar em outra órbita, às imagens vinham em minha mente, como se essa estória realmente tivesse acontecido.

É a história de uma experiência romântica e sensual sobre memórias latentes e possibilidades perdidas; o encontro entre dois seres de meia idade que irá marca-los para sempre.

Eu ainda não assisti ao filme, mas pretendo o mais rápido possível, o livro é mágico, seu lirismo cativa qualquer um. Como Robert James Waller disse: “Nas áreas indiferentes de seus corações poderão até encontrar, como Francesca Johnson, espaço para dançar outa vez”.

Um livro para ler e reler.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Eles e Elas.


Essa foto foi tirada no dia em que terminei as folhinhas nas quais escrevi para quatro amigos. Mas eles não são simplesmente amigos, cada um com sua peculiaridade única me consquistou de uma maneira impossível de verbalizar. Uma eu conheço desde a quinta série, é uma grande amiga, aquela que está sempre ali para dize algo, para me ouvir. Outro que conheci em tão pouco tempo e se tornou tão especial. E outros dois que são aqueles que te dão os melhores conselhos, que desejam a todo momento te ver feliz, que são sinceros, amigos, divertidos,importantes.

Não é um ou uma, são : Eles e Elas.

Pois é, essa folhinhas com minhas modestas palavras são minímas em relação ao que eu realmente sinto por vocês.

Eu te amo,

Beatriz,

Kaio,

Arthur e

Estela.


A amizade é um meio de nos isolarmos da humanidade cultivando algumas pessoas.

Carlos Drummond de Andrade

Sociedade Corrompida.

A cada dia
A cada grito
A cada fato
A cada laço

Agonia
Atrito
Caso
Descaso

E o dia passa
O grito ecoa
O laço desfaz
O fato voa

Jaz aqui a Sociedade Corrompida.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

?

Quem sou eu?

Eu sou o desconhecido. O inesperado, o inexplicável. Eu sou o que eu quero ser, independente de julgamentos externos ou de padrões impostos pela sociedade. E mais, muitas vezes sou o que você deseja que eu seja em determinado momento.
Eu sou o tudo e o nada, eu sou o começo e o fim.

Sou o a flor de lírio que um dia irá murchar.

De onde veio o mundo?

O mundo veio dos meus pensamentos. Eu o crio a cada dia.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Emocional.


O emocional é algo tão complexo. Cada um tem o seu. O meu diríamos que é peculiar, intenso, confuso e estranho. Tento entende-lo a todo o momento, mas parece que quando consigo entende-lo surgem mais trilhões e trilhões de enigmas, como se ele fosse um mistério a ser descoberto a cada sensação.

Meu emocional é tão forte, que consigo passar ele para as pessoas com palavras. Já senti ele vir a tona em um dia , e vinha como se eu não pudesse controla-lo, como se naquele momento tudo acontecesse pelo emocional e não pela razão e foi uma sensação tão boa, intensa, gostosa. Foi tão bom sentir que tinha alguém comigo, que conseguia entender meu emocional por completo naquele momento e que eu entendia o dele também. Foi um momento único.

E é por isso que valorizo tanto o lado emocional das coisas, por isso que o enxergo com o maior cuidado e com toda atenção, por isso que eu sou assim, tão emocional, porque sem ele não existe razão para nada.

Sem ele não existe razão para a vida.










Obs: E não, essa é não é uma post emo, que fique claro. Rs.

Um segundo de melancolia.

As coisas mudam, permanecem, desaparecem...
As coisas ficam, somem, acabam...
E muitas coisas acabaram.

O problema é que nem sempre quando algo morre outra coisa nasce.

No meu caso tudo morreu.

Às 19:00, em um segundo de melancolia , em um ponto de ônibus, ao final de um dia.

Pois às vezes essa face do ser humano aparece do nada.

domingo, 12 de setembro de 2010

Rs.






Eu senti que esse blog precisava de umas postagens mais cômicas, a coisa aqui está tão triste, séria, consfusa, sincera... Ah, vocês sabem, eu só meu dou para escrever textos lirícos, portanto, como com textos cômicos eu não sou boa, vai ai duas imagens para vocês rirem , ou não. Rs. :D

sábado, 11 de setembro de 2010

algumas citações , consideradas por mim profundas demais, para serem denominadas de citações, rs



Ai, palavras, ai, palavras,
que estranha potência a vossa!
Ai, palavras, ai, palavras,
sois de vento, ides no vento,
no vento que não retorna,
e, em tão rápida existência,
tudo se forma e transforma!

Cecília Meireles.

A palavra nasce-me
fere-me
mata-me
coisa-me
ressuscita-me

Murilo Mendes.

Há vários modos de matar um homem:
com o tiro, a fome, a espada
ou com a palavra
- envenenada.
Não é preciso força.
Basta que a boca solte
a frase engatilhada
e o outro morre
- na sintaxe da emboscada.

Affonso Romano de Sant’Anna.



Para mim a palavra é permeada de mágia.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Felicidade não tem validade , nunca terá.

felicidade tem validade.
Publicado em 14.05.09 por Kaio Cassio em http://minhaidiossincrasia.wordpress.com/

Sim. Em uma sociedade onde o ser humano vive os gozos da vida material, a felicidade está a cada dia tornando-se mais volátil. Tanto da parte simbólica como também a sentimental.

Sentimo-nos no direito de ser felizes diariamente. Essa busca é, na verdade, insana, pois nem mesmo o faraó mais rico e poderoso do Egito conseguiu ser em todas as facetas da vida plenamente feliz. É uma questão que vai além do nosso entendimento. E a felicidade é, em tese, a solução dos problemas da vida. Mas quanto mais a procuramos, ora estamos cegos por seu excepcional valor, ora estamos ignorando o fato de não haver felicidade eterna. A felicidade tem validade, pois mesmo quando a possuímos, desejamos que ela não acabe. E quando realmente percebemos que estamos felizes foi porque, de alguma forma, a felicidade esvaiu-se.

Já a variante infelicidade pode ser mais duradoura. É por isso que eu digo: Amai a infelicidade, pois é dela que tiramos as lições mais importantes da vida e é com ela que pernoitaremos mais vezes. Quanto à felicidade finja não vê-la. E se a ver, esqueça-a e siga em frente. Afinal, não se pode prender-se a uma lembrança.
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Então, eu estava ''passeando'' pelo blog do Kaio e li essa post, achei muito bem escrita, belas palavras, mas discordo de algumas coisas, e por algum motivo inexplicável resolvi escrever o que penso a respeito do assunto, HAUSHA, segue a baixo a minha 'visão' da felicidade.

Felicidade não tem validade , nunca terá.

Sim, a felicidade está se tornando cada vez mais volátil como muitas outras coisas, porém, discordo de muitas coisas colocadas por ele; primeiro: o fato de sentimo-nos no direito de sermos felizes diariamente é só uma maneira de ofuscar as infelicidades, e nós precisamos disso, embora seja errado, precisamos, precisamos em alguns momentos esquecer a infelicidade e fingir que está tudo bem. Pelo menos nos sentimos confortados. Às vezes é preciso criar uma imagem de que está tudo bem, às vezes é preciso sonhar, para nos ofuscarmos dessa realidade fria e cruel. Isso não quer dizer que não estamos encarando as infelicidades e sim que estamos guardando elas, para que possamos primeiramente enxergar a beleza da felicidade.

Claro que nunca conseguiríamos ser completamente feliz, pois afinal nada é bom por completo. Mas não acho que a felicidade tenha validade, pois acredito que se estamos felizes não ficamos pensando em quanto tempo isso vai durar, e sim aproveitamos, aproveitamos como se fosse durar para sempre. Se quisermos a felicidade pode ser duradoura também, por isso eu digo: Amai tanto a felicidade como a infelicidade, pois as duas se completam, precisamos tanto de uma quanto da outra. Nunca finja que a felicidade não existe, nunca a esqueça. Porque as lembranças são feitas para serem lembradas.

domingo, 29 de agosto de 2010

Assim.

Em uma superfície cristalina e silenciosa, planavam dois barquinhos de papel – desses feitos com jornal matinal, origami. Despertava, seguido de uma quarta-feira barulhenta e cansativa, o lago.

O lago estava lá. Intacto. O vento soprava e levava os dois barquinhos de papel para qualquer sentido. Não importa que lago era esse e nem porque existiam dois barquinhos de papel em sua superfície, o que importava é que eles estavam ali, juntos.

Nas margens, d’ onde narcisos brotavam lívidos, a relva também despertava guarnecida de gotículas de orvalho fresco. Mas o lago também tinha, ainda que estivessem preguiçosos pássaros. E era uma verdadeira legião deles, multicoloridos. Emplumados, cantavam como uma festa sambada, seus bicos afinados e seu rechonchudo tórax, amarelo. Diversas vezes, um peixinho azul vinha até a superfície quebrar o espelho d’água, tornando diversas ondinhas que se dissiparam até a margem, crispando-a.

E tudo isso, formava um local mágico, permeado de cores, tons, sombras. Quanto às sombras, não eram qualquer uma, eram as sobras das árvores que ficavam á margem do lago. Nunca tinha visto árvores com uma vivacidade tão verdadeira, e mesmo as mais velhas, elas possuíam algo tão peculiar em suas folhas que é impossível passar ao papel o que eu sentia e via naquele momento.

Quando por fim os barquinhos beijaram a margem do lago circundado de verde (puro verde, verde intenso e intacto), era como se um vendaval tivesse despertado. Como se os barquinhos fossem válvulas de uma hidroelétrica que despertava a sua fúria, ora molhados, ora violentos, em um ritmo acelerado e, ao mesmo tempo, em câmera lenta. Sentia seu cheiro. Cheiro de chuva no deserto. Foi quando tomei posse do que estava acontecendo.


Tomei consciência de que o vendaval já havia passado. A questão é que nem todo vendaval é ruim, e no fundo esse vendaval fez muito bem aos barquinhos, naquele momento. Por alguns instantes parecia mesmo que o local em que os barquinhos estavam era mágico, pois até o vendaval diferia de qualquer outro vendaval ocorrido no mundo, pois esse não possuía vento. Esse foi um vendaval único. Intenso e singelo. O problema é que são nas coisas mais singelas que eu enxergo a beleza, como Cecília Meireles mesmo disse: “(...) uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante da minha janela, e outros finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.” E talvez um dos barquinhos precisasse olhar dessa forma, para que nesse momento da narrativa quando o vento voltava a soprar calmamente, esse barquinho não fosse embora.

Tão era a incapacidade de permanecerem juntos que, mesmo os barquinhos tendo, na alvorada, uma grande luta pela frente – pois eu vos digo que o pé d’água não cessara tão cedo, pois não só da chuva vinham as gotas, como também da fina proa dos barquinhos, vazados ao fundo. Terminada a viagem, a aventura, por assim dizer, o psicótico vento oeste carregou finalmente um deles, tendo como intuito fazer o que a própria natureza desejava, para infelicidade dos itinerantes que ali queriam viver e viajar, juntos naquelas torrentes incessantes. Há males que vêm para o bem.


Por Kaio Cassio e Inaiara Gonçalves, em um dia ensolarado.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Palavra.

É incrível como a escrita tem sido uma válvula de escape para mim. Toda vez que sinto algo muito forte, uma tristeza profunda, uma alegria intensa ou um pensamento em você; a escrita tem sido minha única alternativa.

As palavras vão soltando-se no papel, vão caminhando como se não existisse o ponto final, mas quando ele vem... Rompe. Rompe não com minha linha de pensamento e sim com minha “linha de sentimento”. Pois a palavra para mim não é apenas uma junção de sílabas, a palavra é algo tão profundo que é como se ela estivesse guardada lá no fundo do âmago e emergisse; muitas vezes emerge da boca para fora, mas quando é dessa forma é como se a palavra perdesse sua essência, seu sentido.

A palavra amor, por exemplo, quando fala, vê ou escreve ela aposto que veem trilhões de coisa à sua mente: o primeiro beijo, aquela época em que você tinha 10 anos e gostava do seu melhor amigo, a sua primeira paixão- aquela intensa e fugaz; o amor não correspondido- aquele por qual você sofre, chora, perde o espírito de ir em frente e tentar de novo... Traição. A falta de amor lembra traição, mas essa lembrança eu não desejo a ninguém. Mas no momento amor lembra-me você. O problema é que eu nem sei se é amor, no fundo eu nem sei o que é, só sei que resolvi denominar esse sentimento-sem-nome de amor.

Eu disse para vocês como solto as palavras no papel, minhas palavras já estão confundindo-se, embaralhando-se e o foco do texto já está perdendo-se em meio aos meus sentimentos jogados aqui.

Acho que é hora de chamar aquele que eu citei a princípio. Chamar o ponto final, para infelizmente romper minha “linha de sentimento”.

Ponto.

Porque no fundo ela sempre se rompe.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

O último inverno.

Lembro-me daquele dia como se fosse hoje.

Era inverno, as flores não possuíam aquela vivacidade única, o céu estava turvo, e o verde das folhas, ah o verde intenso das folhas estava fosco.

O dia marcante não é apenas um dia em que algo extraordinário acontece, ou algo inesperado, um dia marcante pode ser o dia mais simples e mais bobo da vida, um dia marcante pode ser todos os dias. O fato marcante pode ser sempre, só basta aproveitarmos cada segundo como um fato marcante. Embora, nesse dia algo inesperado tivesse acontecido.

E aquele segundo foi marcante. Eu estava sob a janela do meu quarto, observando as ruas, as pessoas com a suas rotinas e manias diárias (detalhe: detesto rotina), como o senhor que passava na banca de jornal e logo após ia tomar um café na lanchonete ao lado, ou o cara que passeava com o cachorro no mesmo horário, todos os dias, ou aquela mulher da rua que vivia com o fone de música ao ouvido, e como mais que a metade da população brasileira se isolava do mundo e das pessoas dessa maneira. Foi quando o telefone tocou, em um sobressalto fui atender, estava tão entretida com a paisagem da minha janela que me assustei. Desci as escadas correndo para atender, não sei por que estava tão apressada se nem sabia a respeito do que era o telefonema, mas sentia que era algo importante, simplesmente sentia.

Atendi ao telefone:
“Alô? Quem fala?” Era meu pai.

Ele com um tom de preocupação, como quem não sabe qual será a reação da pessoa, disse:

“Inaiara, seu bisavô está muito doente, e iremos visita-lo amanhã no hospital.” Quando ele disse isso fiquei quieta por uma fração de segundos, que parecia ser eterna. Não acreditava no que ele disse, então suspirei um:

“Está bem.”
Meu bisavô era muito importante para mim, passava grande parte das férias em sua casa. Desliguei o telefone atônita, sem saber o que pensar, e foi quando percebi que estava a uma hora pensando na notícia que meu pai havia me contado, e que logo ele estaria em casa. Resolvi ir dormir, a notícia tinha me dado sono.
Acordei no dia seguinte com meus pais me chamando, dizendo que já estávamos atrasados para ir ao hospital, coloquei a primeira blusa que achei na cabeceira o jeans que estava jogado no sofá, e fomos.

Chegando lá, minha mãe subiu primeiramente ao quarto com minha avó e meu pai, fiquei esperando no andar de baixo, foi quando meu pai desceu com o olho lacrimejando, e disse um:

“Ele está muito mal.” Então, eu subi, passei pela sala de espera e vi minha avó chorando muito, ela estava realmente mal, afinal, era seu pai. Entrei no quarto, e quando vi meu bisavô deitado naquela cama: Com os braços fracos. Os olhos fechados. A face gélida. Lembrava-me de quanta vida ele já havia possuído um dia. Foi então que minha mãe que ainda estava lá sentiu a pulsação dele, nesse momento eu disse ao seu ouvido:

“Vô? É a Inaiara.” E ele não respondia, senti que não estava respirando. E minha mãe com os dedos em seu pulso disse:

“Inaiara, chame o enfermeiro, acho que ele se foi.”

O enfermeiro entrou na sala, tentou achar a pulsação em vários lugares, nos olhou e disse:

“Ele morreu.”

Eu não acreditei no que ouvi, mesmo sabendo que tinha sido melhor para ele, afinal ele possuía 90 anos, chorei tanto, não consegui controlar, as lágrimas desciam sob meu rosto sucessivamente. Foi a minha primeira experiência com a morte.

E nesse dia eu descobri que a morte é muito mais que cinco letras.

Minha vida, é minha peça de teatro.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Saudades.

Meu, eu fiquei muito triste quando soube que o professor de Biologia, Mauro, estaria saindo da escola. Ele é um dos melhores professores, e quando ele escreveu em papelzinhos para mim, Sofia e Bela achei belíssimo uma parte do que ele escreveu para mim:

"O dia é sempre mais escuro antes da aurora."
Gandalf.

Apesar de não querer que saia, desejo toda a sorte do mundo, e essa post é dedicada ao professor Mauro Draco Bigatto.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

.

Peço desculpas aos leitores do blog, (se é que ele tem leitores, rs) por estar tanto tempo sem postar algo.

Estou sem computador por um grande tempo, ele pifou de vez, e de vez em nunca consigo ir em uma lan house, também ando com alguns problemas pessoais, mas de qualquer maneira..

Até breve.

domingo, 30 de maio de 2010

Cegos.


Fico impressionada em como o mundo está cego em relação a tudo, cego em relação ao próximo, em relação à pobreza, a natureza, em como o mundo está cego em relação ao próprio mundo.

Estou cansada de viver em um mundo individualista em que o que importa é o seu próprio umbigo e nada mais, um mundo em que preferimos colocar o fone no ouvido a dar um bom dia ao cobrador do ônibus.

Preferimos pagar pelo insufilme do carro, pelo condominío fechado, pelo segurança particular para não sermos assaltados ou não corrermos perigo.

Estou cansada de pessoas que dizem que pobre é pobre porque quer.
Estou cansada de pessoas que moram em um prédio e chama o vizinho de : 'ah, o seu nome? É o cara do 350.'

Estou cansada dos padrões de beleza, de termos que pagar por tudo.

De trilhões de coisas não serem acessível a mais que a metade da população.
Da decadência musical.
Da destruição da natureza e de não percebermos que estamos dretuindo-nos.

Estou cansada...

Estamos cegos. E é melhor começarmos a enxergar.

Ou ao menos, usarmos os outros sentidos.

Palavras pausadas, fragmentadas, cortadas.


Não sei porque, mas hoje sinto um vontade imensa de escrever algo. Porém, não sei o que escrever.

Hoje há uma conturbação de coisas lá dentro, querendo sair, mas a válvula de escape anda falha.. Procuro palavras, verbos, para me expressar , mas cadê? cadê?

Ontem a noite sonhei com você, falaria para qualquer um que acordei assustada, mas no fundo , não foi bem assim.. hm Eu sei que não.
Mas no fundo eu sei que nunca daria certo, não mesmo. Definitivamente, não daria.

Hoje minhas palavras estão pausadas, fragmentadas. Oh, céus, detesto tudo isso.

Ouço Quelqu'un m'a dit da Carla Bruni, descobri como amo fracês, queria ir para frança, passar um dia , um ano lá. Ah, realmente queria, largar tudo nesse exato momento e ir para lá.

Observo as ruas, as guerras, as pessoas, é tudo tão triste, sinto vontade de criar um lugar melhor, em que não exista pobreza, triteza, em que cada um possa fazer o que bem entenda com consciência, em que as flores sejam lindas todos os dias e não só na primavera, em que cada um encontre o amor, ame, viva, em que tenhamos dias melhores, em que possamos tocar as nuvens, em que eu possa escrever uma post como essa, sem começo meio e fim e não seja criticada, ou que as pessoas entendam que hoje eu simplesmente quero jogar as palavras no papel, em que nem tudo tenha um porque e apenas o fato de acontecer justifique as coisas, em que nós sejamos menos hípócritas, em que nem tudo seja por um fim lucrativo , em que não tenhamos um governo imbecil, em que como Cazuza diz, nossos sonhos não fossem vendidos, nem as ilusões perdidas e em que nossos inimigos não estivessem no poder ,em que em dias como hoje eu conseguisse me expressar com clarezada e exatidão...

...no fundo em que se possa viver bem, apenas isso.

Às vezes eu queria mudar o mundo.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Rosas.

As rosas murcharam, sumiram, acabaram.
No fundo eu sinto que está comigo,
Mas ao mesmo tempo não está.

As rosas vieram, trouxeram, tiveram.
E lembro-me das suas cores, seus tons, seus traços
Que o tempo apagou.

Porém, rosas nascem todos os dias.

terça-feira, 30 de março de 2010

Vazio.

Sinto um vazio
Como se não existisse mais nada dentro de mim
Mais nada comigo
Mais nada para mim
Mais nada por mim

Só espero que o vazio seja passageiro
E que o que eu desejo chegue logo para preencher
A minha alma
A minha vida
O meu vazio...

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Rótulos.

rótulo (latim rotulus, -i, pequena roda)
s. m.
1. Impresso que identifica o conteúdo, as características ou a composição de um produto ou outras informações complementares. = dístico, etiqueta, letreiro
2. Encad. Dístico na lombada dos livros.
3. Designação ou característica definidora, geralmente de carácter!caráter redutor, atribuída a algo ou alguém.
4. Ralo ou pequena grade em portas, janelas, etc.
5. Ant. Pergaminho em que se escrevia.

Sabe, com toda essa mudança de escola, comecei a perceber uma coisa.. Quando minha ex-professora me disse que talvez eu precisasse de um novo lugar para mostrar meu brilho, não dei muita importância para o que disse, mas hoje vejo que tinha razão.

Quando convivemos muito tempo com as mesmas pessoas, todos os dias, elas acabam se esquecendo de pequenas e singelas coisas importantes que existem em cada um dali, seja do trabalho, da escola, do clube, elas acabam criando rótulos, como se aquela pessoa fosse daquele jeito e ponto, nada mais. E o brilho de cada um acaba se ofuscando em meio a isso. E a cada dia que passa isso vai ficando mais intenso, até o momento em que você não enxerga mais a pessoa e sua essência única, e sim o rótulo que foi criado para ela. E nós como sempre, nos acomodamos com isso, como se fosse normal. Isso não existe, não existe a aluna melhor, a outra que é legalzinha e meio bonitinha, uma que é a master linda a outra feia, isso não existe, isso existe nos rótulos que criamos o tempo todo, como se aquela pessoa fosse só aquilo é nada mais.

E cada um vai se colocando dentro desse rótulo e aceitando isso, introduzindo de uma maneira tão intensa que me dá até medo.

Sabe, hoje em uma nova escola, conhecendo novas pessoas, percebo que mesmo com toda a diversidade, com algumas pessoas que me identifico mais, outras menos, percebo que cada um ali tem seu brilho e suas peculiaridades únicas.

A gente só tem que aprender a enxergar o brilho das pessoas. Só.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Escrever.

Escrever talvez seja a tarefa mais difícil do mundo.
Juntar as palavras, formar uma frase, pontuar e o pior de tudo se expressar.

Às vezes venho escrever aqui e nem penso no que escreverei, como escreverei e para quem escreverei. Simplesmente escrevo.
Muitos podem achar tudo isso, esse blog, minhas palavras um fracasso. Mas acho que o que faz com que eu continue escrevendo sou eu.
Eu escrevo para mim. É como se eu parasse, olhasse a tela do computador e o teclado, buscasse no fundo do meu âmago palavras e.. Escrevesse.

Creio que para um poema ou um texto sair razoavelmente bom temos que pensar em sua estrutura, tema... Em cada palavra.
Nem sempre é assim, mas às vezes tenho uma vontade tão grande de me expressar que não paro e penso em tudo isso.

É bem contraditório com o que eu disse anteriormente, mas saibam que sou extremamente perfeccionista, ao mesmo tempo que às vezes deixo as palavras soltarem no papel como o vento, vivo mudando uma vírgula em meus textos porque acho que ele ainda não está perfeito.
Mas como sabemos, a perfeição não existe...
Alguns textos chegam perto do perfeito, mas eu, AH, estou longe disso, quem sabe um dia com o tempo, experiência e aperfeissoação não chego lá, rs.

E às vezes soltar os sentimentos, minhas angústias mais profundas no papel, me faz bem.

Mas se você estiver a procura de algo mais concreto, com linhas perfeitas como a lua cheia, sem absolutamente nenhum ponto de erro, ah, pare de ler palavras de uma jovem estudante; sabe, para mim todas as fases dá lua são lindas, e são mesmo, mas se procura algo absolutamente perfeito como a lua cheia, vá a outro blog..

Porque o dessa pequena grande jovem aqui, está mais para lua nova..

sábado, 9 de janeiro de 2010

Queria.


Há algo de estranho
Uma sensação triste e confusa

Queria saber de você
queria ouvir da tua boca
queria sentir com você
queria falar..

Mas não consigo.
E você muito menos.

E eu tento, tento mudar ..

Eu só quero que não acabe assim
Algo que nem começou
E que por mim poderia começar.

E eu não vou ficar mal
Porque sua amizade já é suficiente

Você sabe
Você entende
Você finje não saber
E não entender.


Só fale, diga, abra.
Não importa o que seja
Simplesmente diga.

Diga-me .


segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

E o tempo passa, as coisas mudam..


Sexta feira foi meu último dia de aula.
Passei de ano direto, mas por um lado isso não foi tão bom assim, sabe, estou mudando de escola e isso me deixa muito mal.

Passei minha infância na Escola da Vila, estudei lá desde de pequenina até a segunda série, e na segunda tive que sair e ir para meu atual colégio, o Giordano Bruno. Achava que ia morrer, não aceitava a mudança de jeito nenhum. Mas aos poucos fui me acostumando. Me afastei de amigos da Vila, alguns ainda mantenho contato, mas hoje tenho outros amigos tão importantes quanto os da Vila. Agora, depois de 6 anos , com passeios, conversas, viagens e momentos inesquecíveis estou indo embora, seguindo outro caminho, foi uma escolha dos meus pais, por questões financeiras, e eu tive que concordar.

O fato de eu já ter mudado de colégio uma vez não muda as coisas, afinal, só intensifica, pois estou passando por isso de novo, se adaptar a outro lugar, deixar um que você gosta, se afastar de pessoas que você ama, não é nem um pouco fácil, isso duas vezes, é pior ainda.

Prestei para o Guaracy Silveira e o Liceu de artes e ofícios, acredito que passarei em um dos dois e irei para lá. São colégios excelentes e gratuitos, por isso a escolha dos meus pais.

Mas escrevi essa post para dizer que independente para onde eu for, nunca esquecerei de todos vocês, nunca esquecerei do Giordano e já estou sentindo muita saudade.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

A comercialização da diversão infantil.



Esse fim de semana fui ao circo com meus pais e minha irmã de 3 anos. Um circo simples, porém, maravilhoso. Fiquei perplexa com a quantidade de pessoas que haviam dentro daquele local. Tinham no máximo 40 pessoas, se não menos , considerando que haviam muito mais cadeiras, era muito mas muito pouca gente.

Ficamos surpresos em como essa arte, esses circos que não são de tão grande porte, não são mais valorizados. Não se ouvia nem mesmo o som das palmas num tom alto, em alguns momentos eu até batia a palma mais forte do que normalmente, queria mostrar que eu estava ali, que gostava daquilo, que estava muito bom.

Fazia anos que eu não ia ao circo, e lamento muito mesmo por perceber que grande parte dos pais não levam mais os filhos para rir, comer maça do amor, algodão doce, aquelas coisas típicas, e assistir há algo tão criativo.

Hoje o valorizado é o 'brinquedão' do shopping em que você paga um absurdo para a criança ficar 10 minutos, e você ficar sem ela para não ser pertubado em suas compras.

Ah, mas para que procurar algo mais criativo para sua menina, quando pode comprar a bonequinha que diz oi, dá risada, fala que quer comer, chora. Claro. É quase um bebê de verdade !

Hoje é a barbie, o carrinho de controle remoto, o canal de desenhos 24 horas.

As coisas comercializam-se cada vez mais.

Ah, e se você optar por levar seu filho não ao circo mais simples e sim ao maravilhoso Cirque du Soleil. Eu espero que tenha dinheiro.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Amor x Ódio.

Segundo a psicologia, ter ódio é parecido com amor, porque você sente algo pela pessoa, pensa nela a todo instante, reage ao ouvir o nome dela. Sentimentos todos parecidos com os que temos quando amamos alguém. Por isso, dizemos que existe uma linha tênua entre os dois, que um dia pode se quebrar. Indiferença não. Quando se sente indiferença, nada a respeito da pessoa nos abala, não ligamos e nem lembramos.

Na minha concepção é muito difícil sentir ódio por alguém, talvez raiva, mas ódio é uma coisa muito intensa. E isso de ódio ter relação com amor, bom, talvez a psicologia tenha razão. Porque afinal, essas coisas opostas acabam sempre se esbarrando. Inesperadamente podemos escorregar para o outro lado dessa linha tênue.

Bom, ainda bem que eu tenho bastante equilíbrio e obviamente não escorregaria para o outro lado. :D

Ainda bem.. mesmo.

A arte em poucas palavras.

Bom, a arte acaba sendo uma válvula de escape para muitas pessoas. É incrível como jogamos nossas angustias no papel, na música, no poema. A arte acaba revelando muita coisa da própria pessoa, coisas que nem mesmo o próprio autor percebe.

Acredito que gosto de escrever sobre o que penso sobre o que sinto, simplesmente porque dessa maneira me desvencilho de coisas que estão lá no fundo. Depois que eu escrevo um texto, ou algo que represente o que sinto, é como se eu me sentisse mais leve.

Eu admiro muitos tipos de arte, e creio que muitas vezes ela abre nossos olhos, faz com que a gente se enxergue ou enxergue coisas que no dia-a-dia nem paramos para pensar. Lamento que a arte não revolucione, não transforme as coisas.

Quem dera se arte mudasse o mundo..

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Sensível demais . (?)

Estou começando a ficar com receio de postar coisas aqui. Sou sensível demais, e isso me deixa extremamente angustiada. Segundo minha professora de português eu coloco a minha alma em tudo. Queria ser menos sensível em relação a tudo. À minha escrita, às coisas que me acontecem. Chego a achar que tudo que escrevo é horrível, porque é sensível de mais.
Não acho que isso seja um defeito, porém, certas vezes isso me irrita profundamente.

Essa é uma característica única minha, que ninguém pode mudar.

Alguns me criticam por isso, outros dizem que admiram minha sensibilidade.

Bom, eu só sei que vou ter que me acostumar com a menina sensível que existe aqui dentro.. .-.

Um dia de chuva.

O céu estava turvo
As flores não tinham mais aquela vivacidade única
As gotas de chuva caiam sob o seu rosto
E se misturavam com suas lágrimas
Não se ouviam vozes
Não se ouviam risos
O único som que se ouvia era das gotas de chuva
Ela só queria que a chuva passasse
E que o sol voltasse a nascer.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

305 Livros para baixar de graça !

:D Vale a pena dar uma olhada gente.

É só clicar no título para ler ou imprimir.
1. A Divina Comédia -Dante Alighieri
2. A Comédia dos Erros -William Shakespeare
3. Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
4. Dom Casmurro -Machado de Assis
5. Cancioneiro -Fernando Pessoa
6. Romeu e Julieta -William Shakespeare
7. A Cartomante -Machado de Assis
8. Mensagem -Fernando Pessoa
9. A Carteira -Machado de Assis
10. A Megera Domada -William Shakespeare
12. Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
14. Dom Casmurro -Machado de Assis
15. Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
16. Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
17. Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
18. A Carta -Pero Vaz de Caminha
19. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
20. Macbeth -William Shakespeare
22. A Tempestade -William Shakespeare
23. O pastor amoroso -Fernando Pessoa
24. A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
25. Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
26. A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
27. O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
28. O Mercador de Veneza -William Shakespeare
29. A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
30. Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
32. A Mão e a Luva -Machado de Assis
33. Arte Poética -Aristóteles
34. Conto de Inverno -William Shakespeare
35. Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
36. Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
37. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
38. A Metamorfose -Franz Kafka
39. A Cartomante -Machado de Assis
40. Rei Lear -William Shakespeare
41. A Causa Secreta -Machado de Assis
42. Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
43. Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
44. Júlio César -William Shakespeare
46. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
47. Cancioneiro -Fernando Pessoa
49. A Ela -Machado de Assis
50. O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
51. Dom Casmurro -Machado de Assis
52. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
53. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
54. Adão e Eva -Machado de Assis
55. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
56. A Chinela Turca -Machado de Assis
57. As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
58. Poemas Selecionados -Florbela Espanca
59. As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
60. Iracema -José de Alencar
61. A Mão e a Luva -Machado de Assis
62. Ricardo III -William Shakespeare
63. O Alienista -Machado de Assis
64. Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
66. A Carteira -Machado de Assis
67. Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
68. Senhora -José de Alencar
69. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
71. A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
72. Sonetos -Luís Vaz de Camões
73. Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
74. Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
75. Iracema -José de Alencar
76. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
77. Os Maias -José Maria Eça de Queirós
78. O Guarani -José de Alencar
79. A Mulher de Preto -Machado de Assis
80. A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
82. A Pianista -Machado de Assis
83. Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
84. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
85. A Herança -Machado de Assis
86. A chave -Machado de Assis
87. Eu -Augusto dos Anjos
88. As Primaveras -Casimiro de Abreu
89. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
90. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
91. Quincas Borba -Machado de Assis
92. A Segunda Vida -Machado de Assis
93. Os Sertões -Euclides da Cunha
94. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
95. O Alienista -Machado de Assis
96. Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
97. Medida Por Medida -William Shakespeare
98. Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
99. A Alma do Lázaro -José de Alencar
100. A Vida Eterna -Machado de Assis
101. A Causa Secreta -Machado de Assis
102. 14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
103. Divina Comedia -Dante Alighieri
104. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
105. Coriolano -William Shakespeare
106. Astúcias de Marido -Machado de Assis
107. Senhora -José de Alencar
108. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
109. Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
111. A 'Não-me-toques' ! -Artur Azevedo
112. Os Maias -José Maria Eça de Queirós
113. Obras Seletas -Rui Barbosa
114. A Mão e a Luva -Machado de Assis
115. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
116. Aurora sem Dia -Machado de Assis
117. Édipo-Rei -Sófocles
118. O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
119. Pai Contra Mãe -Machado de Assis
120. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
121. Tito Andrônico -William Shakespeare
122. Adão e Eva -Machado de Assis
123. Os Sertões -Euclides da Cunha
124. Esaú e Jacó -Machado de Assis
125. Don Quixote -Miguel de Cervantes
126. Camões -Joaquim Nabuco
127. Antes que Cases -Machado de Assis
128. A melhor das noivas -Machado de Assis
129. Livro de Mágoas -Florbela Espanca
130. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
131. A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
132. Helena -Machado de Assis
133. Contos -José Maria Eça de Queirós
134. A Sereníssima República -Machado de Assis
135. Iliada -Homero
136. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
137. A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
138. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
139. Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
142. A Carne -Júlio Ribeiro
143. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
144. Don Quijote -Miguel de Cervantes
146. A Semana -Machado de Assis
147. A viúva Sobral -Machado de Assis
149. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
150. Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
151. Papéis Avulsos -Machado de Assis
152. Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
153. Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
154. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
155. Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
156. Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
157. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
158. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
159. Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
160. Almas Agradecidas -Machado de Assis
161. Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
162. Contos Fluminenses -Machado de Assis
163. Odisséia -Homero
164. Quincas Borba -Machado de Assis
165. A Mulher de Preto -Machado de Assis
166. Balas de Estalo -Machado de Assis
167. A Senhora do Galvão -Machado de Assis
168. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
169. A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
170. Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
171. CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
172. Cinco Minutos -José de Alencar
173. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
174. Lucíola -José de Alencar
175. A Parasita Azul -Machado de Assis
176.. A Viuvinha -José de Alencar
177. Utopia -Thomas Morus
178. Missa do Galo -Machado de Assis
179. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
181. Hamlet -William Shakespeare
182. A Ama-Seca -Artur Azevedo
183. O Espelho -Machado de Assis
184. Helena -Machado de Assis
185. As Academias de Sião -Machado de Assis
186. A Carne -Júlio Ribeiro
187. A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
188. Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
189. Antes da Missa -Machado de Assis
190. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
191. A Carta -Pero Vaz de Caminha
192. LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
193. A mulher Pálida -Machado de Assis
194. Americanas -Machado de Assis
195. Cândido -Voltaire
196. Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
197. El Arte de la Guerra -Sun Tzu
198. Conto de Escola -Machado de Assis
199. Redondilhas -Luís Vaz de Camões
200. Iluminuras -Arthur Rimbaud
201. Schopenhauer -Thomas Mann
202. Carolina -Casimiro de Abreu
203. A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
204. Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
205. Memorial de Aires -Machado de Assis
206. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
207. A última receita -Machado de Assis
208. 7 Canções -Salomão Rovedo
209. Antologia -Antero de Quental
210. O Alienista -Machado de Assis
211. Outras Poesias -Augusto dos Anjos
212. Alma Inquieta -Olavo Bilac
213. A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
214. A Semana -Machado de Assis
215. Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
216. A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
217. Esaú e Jacó -Machado de Assis
218. Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
219. História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
220. A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
221. Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
222. Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
223. Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
224. A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
225. Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
226. As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
227. O LIVRO D'ELE -Florbela Espanca
228. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
229. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
230. Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
231. A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
232. Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
233. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
234. A Bela Madame Vargas -João do Rio
235. Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
236. Cinco Mulheres -Machado de Assis
237. A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
238. O Cortiço -Aluísio Azevedo
239. RELIQUIAE -Florbela Espanca
240. Minha formação -Joaquim Nabuco
241. A Conselho do Marido -Artur Azevedo
242. Auto da Alma -Gil Vicente
243. 345 -Artur Azevedo
244. O Dicionário -Machado de Assis
245. Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
246. A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
247. AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior
248. Cinco minutos -José de Alencar
249. Lucíola -José de Alencar
250. Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
251. A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
253. O Ateneu -Raul Pompéia
254. O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
255. Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
256. A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
257. Noite de Almirante -Machado de Assis
258. O Sertanejo -José de Alencar
259. A Conquista -Coelho Neto
260. Casa Velha -Machado de Assis
261. O Enfermeiro -Machado de Assis
262. O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
263. Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
264. A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
265. Poemas -Safo
266. A Viuvinha -José de Alencar
267. Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
268. Contos para Velhos -Olavo Bilac
269. Ulysses -James Joyce
270. 13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho
271. Cícero -Plutarco
272. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
273. Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis
274. As Religiões no Rio -João do Rio
275. Várias Histórias -Machado de Assis
276. A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht
277. Bons Dias -Machado de Assis
278. O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
279. A Capital Federal -Artur Azevedo
280. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
281. As Forças Caudinas -Machado de Assis
282. Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco
283. Balas de Estalo -Machado de Assis
284. AS VIAGENS -Olavo Bilac
285. Antigonas -Sofócles
286. A Dívida -Artur Azevedo
287. Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira
288. Uns Braços -Machado de Assis
289. Ubirajara -José de Alencar
290.. Poética -Aristóteles
291. Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
292. A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht
293. Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis
294. Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
295. Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
296. Via-Láctea -Olavo Bilac
297. O Mulato -Aluísio de Azevedo
298. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
299. Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves
300. A Pata da Gazela -José de Alencar
301. BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado
302. Vozes d'África -Antônio Frederico de Castro Alves
303. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
304. O que é o Casamento? -José de Alencar
305. A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht